Nº100 22-03-2015

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NA BARCA DA FÉ

 

E VENHAM MAIS CEM!

Normalmente pensamos que o acumular de quantidade gera uma nova qualidade e/ou um novo “estatuto”. Nem sempre é verdade, mas podemos acreditar que, pelo menos, o acumular de conhecimento vai gerando nova qualidade de vida.

Esperamos, por isso, que “Na Barca da Fé” ao editar o seu número cem, se liberte da sua condição de decenário para transitar por direito próprio para outro patamar, agora o correspondente à sua condição de centenário. Fazemos votos para que este salto consubstancie um aumento na sua capacidade de unir ainda mais os paroquianos desta grande terra de Barcarena.

Se o “Na Barca da Fé” fosse um bolo, pôr-lhe-íamos cem velas. Porém não é um bolo e velas não se coadunam muito com o papel que serve o seu suporte físico. Como assinalar então esta efeméride? Singelamente, aumentando o número de páginas. Para já, apenas neste número, podendo, assim, aumentar a participação e a partilha do que se vai vivendo nesta nossa Comunidade Paroquial. E, no futuro? O futuro a Deus pertence!

Ouvindo o Evangelho deste Domingo (Jo 12, 20-33), talvez nós tenhamos sentido no coração o desejo de estar no número daqueles gregos que queriam conhecer pessoalmente Jesus. Pois bem! A quem queira “vê-Lo”, Ele manifesta o Seu verdadeiro rosto; um rosto que talvez nos desconcerte porque é o rosto de alguém que exige do discípulo uma generosidade total, como a Sua. Perante esta exigência, provavelmente somos tentados a voltar-nos para uma religião muito mais simples, a que se reduz à recitação de algumas orações e à prática de qualquer rito.

Seguir a Cristo não é fácil. Também Ele, perante a morte, “ficou muito perturbado” (Jo 12, 27), mas não fugiu, não Se escondeu; e quando chegou a Sua hora, demonstrou a todos como era grande o Seu Amor.

O vosso Pároco,

Padre Mário Faria Silva



VIVER A PALAVRA - V DOMINGO da QUARESMA – Ano B

Jer 31, 31-34; Salmo 50 (51); Heb 5, 7-9; Ev. S. João 12, 20-33

Ao longo da História da Salvação, Deus vai fazendo alianças com o Homem, e com o Seu Povo, com o intuito de se dar a conhecer e estabelecer com ele uma relação. O desejo de Deus é que todos O conheçam (Jr 31, 34) e assim possa revelar o Seu Amor por nós.

Na 1ª leitura o profeta Jeremias anuncia a proposta de Deus, o projecto de Salvação - uma aliança nova. Não se tratava de substituir a Aliança feita com o Seu Povo no Sinai, reforça S.Paulo, mas sim de “concluir” a Aliança (Hb 8, 8).

Assim como Moisés derramou o sangue do cordeiro “Este é o sangue da Aliança que Deus fez convosco” (Ex 24,8), assim também Jesus na Última Ceia revela a “conclusão” da aliançanova “Este cálice é a Nova Aliança em meu sangue…” (Lc 22, 20). Jesus faz-se Cordeiro e o seusangue é derramado na cruz para selar definitivamente a Aliança. É Jesus que nos dá a conhecer Deus como Pai e revela o Seu Amor quando se entrega às mãos do inimigo e o perdoa.

É esta a maravilha do Evangelho, de que muitas vezes, na correria da minha vida, me esqueço. Deus aproxima-se de mim, ama-me como uma filha. Toda a história que Deus faz comigo é uma história de amor, para que eu veja que esta nova aliança é única, foi Deus em Jesus Cristo que se comprometeu e cumpriu definitivamente a promessa desse “pacto”: Ele quer-me a Seu lado no Seu reino.

Porque Deus sabe que preciso de sinais visíveis para me lembrar do Seu projecto de Salvação, Ele envia-me em determinados momentos da minha vida um sinal bem colorido – o arco-íris, sinal da aliança com Noé (Gn 9, 12). Nas tribulações, sentindo-me só, com medo e sem ânimo para o futuro, e com uma grande tristeza no coração, quando acusada injustamente, quando prestes a perder o emprego, quando o dinheiro escasseia… É nestas alturas que o meu olhar desperta para o céu e naquele esplendor de cor sei que Deus está comigo.

Como a luz branca, enviada pelo sol, passa pelas gotículas de água, sofrendo uma refracção, e dividindo-se, forma um arco colorido, assim Jesus, enviado por Deus, passa pela água do baptismo, morre na cruz e alcança a ressurreição. Também eu com as tribulações, com a vida de muito trabalho e desgaste, de entrega à família, parecendo que me desfaço, e desapareço, na realidade, através do meu baptismo, com o Espírito de Jesus Cristo, ganho a VIDA. A beleza daquelas cores todas no céu dão-me a esperança que Deus tudo vence por mim.

Mónica Morgado



O Abraço da Misericórdia Infinita do Pai

O Tempo da Quaresma está quase a terminar. Celebramos este fim-de-semana o V Domingo da Quaresma, seguindo-se o Domingo de Ramos na Paixão do Senhor e, logo a seguir, o Domingo de Páscoa da Ressurreição do Senhor.

Nos últimos dias fui recordando alguns momentos dos meus tempos de Criança/Adolescente: A figura do meu primeiro Pároco, o Senhor Abade, como lhe chamava; A figura do Senhor Doutor, seu irmão, também ele Sacerdote, que me acompanhou de perto, que sempre esteve presente em todos os momentos importantes da minha vida. Fui recordando o Senhor Doutor como um “homem de acção”, acção na caridade, no trabalho com os jovens, um homem de oração. Fui recordando as lições de catequese … Fui recordando os Mandamentos da Igreja, que o Senhor Doutor nos “obrigava” a saber de cor, e, em especial, dois: Confessar-se pelo menos uma vez cada ano; Comungar na Páscoa da Ressurreição.

Tempo da Quaresma é um tempo em que cada um de nós é chamado a um encontro muito especial com Deus, também no Sacramento da Confissão. Aqui fica o “desafio”! Numa das suas Catequeses, falando do Sacramento da Confissão, o Papa Francisco dizia:

“O Sacramento da Penitência e da Reconciliação brota directamente do Mistério Pascal. Na noite de Páscoa o Senhor apareceu aos discípulos, fechados no cenáculo e, depois de lhes dirigir a saudação: «A paz esteja convosco!», soprou sobre eles e disse-lhes: «Recebei o Espírito Santo! Àqueles a quem perdoardes os pecados, ficarão perdoados»”. (Jo 20, 21-23).Disse ainda o Santo Padre: “O Sacramento da Reconciliação é um Sacramento de cura. Quando me confesso é para me curar, para curar a minha alma, o meu coração e algo de mal que cometi”. Eis o “desafio” que nos deixa o Papa Francisco: “Não tenhais medo da Confissão! Quando estamos na fila para nos confessarmos, sentimos … a vergonha, mas depois, quando termina a Confissão, sentimo-nos livres, grandes, bons, perdoados, puros e felizes. Esta é a beleza da Confissão! …

Celebrar o Sacramento da Reconciliação significa ser envolvido por um abraço caloroso: O abraço da misericórdia infinita do Pai”.

Diácono Carlos M. Borges



VIDA PAROQUIAL

1. Reunião Geral de Catequistas – Encontro de Formação

Este Domingo, dia 22 de Março, entre as 13:00 e as 17:00 horas, haverá no Centro de Infância, Tercena, um encontro de formação para Catequistas.

2. Confissões de preparação para a Páscoa

Dia 25 de Março, às 17:30 horas – Valejas, às 21:00 horas – Barcarena
Dia 26 de Março, às 17:30 horas – Leceia, às 21:00 horas – Tercena
Dia 27 de Março, às 21:00 horas – Queluz de Baixo

3. Domingo de Ramos na Paixão do Senhor – Dia 29 de Março

Bênção e Procissão dos Ramos seguida de Missa

Queluz de Baixo – 8:45 horas (Casa das Irmãs);
Tercena – 10:15 horas (Jardim ao lado da Igreja);
Valejas – 10:30 horas (Igreja);
Leceia – 11:00 horas (Igreja);
Barcarena – 11:45 Horas (Capela de S. Sebastião).

4. 24 Horas para o Senhor

Respondendo ao “desafio” que o Santo Padre nos lançou na sua Mensagem para a Quaresma, vamos ter, na nossa Paróquia (Igreja Paroquial) 24 horas de, ininterruptas, de oração.

O início será às 12:00 horas do dia 28 de Março (Sábado), com a Celebração da Santa Missa. De seguida o Santíssimo Sacramento será exposto no trono, ficando à Adoração dos Paroquianos até cerca das 11:30 horas do dia 29 de Março (Domingo). A esta hora haverá a Bênção do Santíssimo Sacramento, seguindo-se a Procissão dos Ramos e a Celebração da Missa.

O horário atribuído aos diferentes Grupos Paroquiais pode ser consultado na página de internet da Paróquia (www.paroquiadebarcarena.pt). Todos os Cristãos estão convidados a participarem nestas 24 Horas de Oração, escolhendo o horário que lhes for mais conveniente.

5. Dia do Sim

No dia 18 de Abril (Sábado), com início às 14:00 horas, a Catequese de toda a Paróquia vai viver uma tarde diferente: “A Tarde do Sim!”. Esta actividade decorrerá nas instalações da “International School” – Escola Internacional, em Barcarena. É uma actividade que pretende também envolver os Pais.

6. Prestação de Contas – Pastoral Sócio-Caritativa

Saldo em 31 de Dezembro de 2013 – 3 462,46 €
Donativos durante o Ano de 2014 – 1 560,00 €
Pagamentos durante o Ano de 2014 – 3 067,84 € (Medicamentos, Água, Luz, Passes, Alimentação, etc.)
Saldo em 31 de Dezembro de 2014 – 1 954,62 €



A Atividade Pastoral no Centro Social

A Equipa Pastoral do Centro Social e Paroquial de Barcarena (CSPB) assumiu funções a 8 de junho de 2014. Constituída por um elemento da Direção do CSPB, dois colaboradores do mesmo e um elemento do Conselho Pastoral Paroquial, traçou os seus objetivos assentes no lema “A Fé Ilumina a Vida Social” e deseja percorrer um caminho de amor confiante, alimentada pela força do amor do Pai e guiada pelo Espírito Santo.

O primeiro desafio a que respondeu, visou a reformulação do Ideário do CSPB, almejando que o mesmo apresente um enquadramento claro dos princípios emanados do Evangelho e das orientações da Doutrina Social da Igreja e a Pastoral Diocesana, pelos quais o CSPB se rege.

Neste primeiro ano de atividade, a Equipa Pastoral traçou duas linhas de ação, uma que envolve todos os colaboradores do CSPB e que a eles é especificamente dirigida, e uma segunda destinada a quem procura os serviços prestados pelo CSPB e à comunidade.

Internamente, foi com alegria que verificámos que mais de metade dos nossos colaboradores se inscreveram na Formação de Iniciação Cristã. A maioria das nossas educadoras prontamente participaram na formação Despertar da Fé, onde adquirem ferramentas que permitem um enriquecimento pedagógico para a preparação dos tempos litúrgicos mais fortes, adaptado às idades das crianças da creche e pré-escolar. Com a colaboração de alguns catequistas da nossa Paróquia, criou-se um programa de catequeses temáticas e momentos de reflexão, destinado a crianças e jovens que frequentam os nossos centros de atividades de tempos livres.

Na segunda linha, a adesão da comunidade à iniciativa “Pão por Deus – O dom da partilha” foi um sucesso, tendo possibilitado trabalhar junto dos mais jovens e em família, a importância da Caridade. Trimestralmente a comunidade é convidada a participar em palestras promovidas pela Equipa Pastoral. Mantivemos a partilha já existente entre CSPB e as atividades da Paróquia em momentos chave, tais como a celebração do Dia do Pai, Via-Sacra, Mês de Maria, etc… Mas estimulámos a criação de novas partilhas, tais como a Unção dos Doentes, a Celebração do Sacramento da Reconciliação, entre outras.

Concretizar este pequeno “sonho missionário”, isto é, fazê-lo chegar a todos, requer a envolvência de toda a comunidade. Como nos diz S. Lucas ”A seara é grande, mas os trabalhadores são poucos” (Lc 10, 2). Enriqueçam o CSPB e certamente, contribuem para uma maior “Alegria do Evangelho”.

A Equipa Pastoral do Centro Social e Paroquial de Barcarena



10º ANIVERSÁRIO DO AGRUPAMENTO 1278 – BARCARENA

ESCUTISMO CATÓLICO PORTUGUÊS

Neste ano da graça de 2015, o agrupamento de escuteiros da nossa paróquia completa o seu décimo aniversário. Historiando um pouco… Em Setembro de 2002 seis mulheres voluntárias da nossa paróquia iniciaram a sua formação no Agrupamento 45 de Caxias com o fim de fundar um agrupamento de escuteiros na nossa paróquia.

Passados dois anos de uma intensa formação, quatro delas iniciaram a atividade escutista já em Barcarena, até que finalmente em 19 de Junho de 2005 foi fundado oficialmente o Agrupamento 1278.

Dez anos ao serviço dos jovens da nossa paróquia e da nossa comunidade, tendo-se tornado uma referência, em toda a freguesia, como um local onde possibilita aos jovens, através da utilização de um método de educação não formal, atingirem um desenvolvimento harmonioso em diferentes áreas educativas.

No Escutismo, os jovens são educados através de jogos, do convívio com os outros, com a natureza e na partilha de responsabilidades, ajuda-os a crescer e a desenvolverem capacidades, não esquecendo a dimensão espiritual e a sua formação cristã, como membros de um movimento da Igreja Católica.

É claro que o Escutismo também tem “regras”, leis que têm de ser respeitadas, princípios e uma Promessa por onde se devem guiar no seu dia-a-dia e que servirá de referência para toda a sua vida.

Estamos a preparar vários eventos para assinalar devidamente estes dez anos ao serviço dos outros, mostrando aquilo que os escuteiros são capazes de fazer e de organizar.

Em breve teremos mais notícias sobre o acontecimento. Sempre Pronto para Servir

Carlos Soares
Chefe de Agrupamento



Educar na Fé é Maravilhoso!

O que é a catequese? Por que razão as nossas crianças vão à catequese?

Diz-nos o Papa Francisco: “Educar na fé é maravilhoso! A catequese constitui uma colunapara a educação da fé e a fé é a melhor herança que se pode dar a alguém. Ajudar as crianças, os adolescentes, os jovens, os adultos a conhecerem e amarem cada vez mais o Senhor é uma das mais belas aventuras educativas, pois educar na fé é construir Igreja!”

Ao mandar as nossas crianças à catequese não estamos apenas a dar-lhes a melhor de todas as heranças, mas também as ajudamos a adquirir competências para que, amando cada vez mais o Senhor, possam consolidar a sua casa sobre a rocha e se tornem membros activos na construção da Igreja.

Segundo S. João Paulo II, na Exortação Apostólica “Catechesi tradendae”: “A igreja sempreconsiderou a catequese como uma das suas tarefas mais importantes. Cristo Ressuscitado, antes de voltar para o Pai, deu aos Apóstolos uma última ordem: “Ide pois, fazei discípulos de todos os povos, batizando-os em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, ensinando-os a cumprir tudo quanto vos tenho mandado. E sabei que Eu estarei sempre convosco até ao fim dos tempos. (Mt 28, 19-20) … “Para a Igreja, a catequese foi sempre um dever sagrado, o direito de receber dela ensino e formação que nos permita levar uma vida verdadeiramente cristã”.

A catequese é o primeiro anúncio do Evangelho, é um dos grandes encontros da criança com a pessoa de Jesus, verdadeiro Deus e verdadeiro Homem. “No princípio era o Verbo;O Verbo estava em Deus; E o Verbo era Deus”. (1Jo 1, 1). A grande missão do catequistaé ser portador desta boa nova, dar a conhecer Jesus, fazer passar a Sua doutrina e a Sua vida, ter consciência que aquilo que ensina não é a sua doutrina mas a doutrina de Jesus.

“A minha doutrina não é minha mas d'Aquele que me enviou”. (Jo 14, 6). Um catequistatem sempre que fazer como afirma São Paulo: “Eu aprendi isto do Senhor, e por minha vez vos transmiti”. A finalidade da catequese é a de fazer que alguém se ponha, não apenasem contacto, mas em comunhão, em intimidade com Jesus Cristo, pois somente Ele pode levar ao Amor do Pai no Espírito e fazer-nos participar na vida da Santíssima Trindade. Façamos o que disse o Papa Francisco no seu encontro com os catequistas: “Permaneçamos com Cristo, em Cristo, procuremos cada vez mais ser um só com Ele; sigamo-Lo, imitemo-lo no seu movimento de amor, no seu sair ao encontro do homem; e saiamos, abramos as portas, tenhamos a audácia de traçar estradas novas para o anúncio do Evangelho”.

Maria da Luz



PROMOVER A CULTURA VOCACIONAL

“A messe é grande, mas os operários são poucos. Pedi, portanto, ao Senhor da messe que envie operários para a sua messe” (Lc10,2)

Eis o convite-interpelação que o Senhor dirige hoje a cada um de nós, cristão batizados, participantes de um mundo e de uma sociedade cada vez mais marcada pela secularização reinante, que exagera o sentido da autonomia das realidades terrestres, apresentando um projeto de vida sem ligação com a realidade mais profunda da pessoa humana: a sede de Deus.

É nesta perspetiva que a Pastoral Vocacional paroquial tem a tarefa e o dever de suscitar a procura vocacional do Deus da Bíblia que transcende a realidade e que na pessoa de Jesus Cristo convida ao seguimento, exigindo da pessoa humana uma resposta livre e responsável. Mas nesta tarefa a equipa de Pastoral Vocacional é chamada a atuar em comunhão com as demais pastorais e movimentos da comunidade paroquial. “De facto a Pastoral Vocacional entende-se em íntima relação com as outras dimensões da pastoral (familiar e cultural, litúrgica e sacramental), com a catequese, com os vários grupos de animação e formação cristã, com os movimentos e, especialmente, com a pastoral juvenil”.
(Bases da PV CEP)

Só assim é possível promover uma cultura vocacional onde todos e cada um dos membros da comunidade se sintam responsáveis pela mediação da proposta vocacional. O ministério do apelo vocacional diz respeito a todo o cristão: aos pais, aos catequistas, aos educadores, aos professores, e não apenas aos bispos, presbíteros e diáconos ou aos consagrados da vida religiosa e secular. Estamos convencidos de que as vocações surgirão na medida em que houver compromisso e testemunho da vocação batismal, comunidades eclesiais entusiasmadas com a presença do Ressuscitado e capazes de anunciar o Evangelho da Alegria, transformador da esperança. 

Equipa da Pastoral Vocacional


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